O Jornalista de Branco
quinta-feira, 7 de junho de 2012
CANTO DE 1 MINUTO DE MAR
Somente os dissimuladores negariam, sem constrangimento, que as coisas melhores de se dizer, não podem ser ditas. Os pronunciamentos quase sempre são filtrados nas inevitáveis conveniências,retratando consequentemente,mais uma habilidade do que mesmo uma espontaneidade.O convencionalismo pode não ser aplauido publicamente, mas é o traço constante das ações humanas.O hipócrita é ardentemente combatido,mas ninguém lhe nega a virtude de ser imitado.Somente os curiosos se revelam integralmente,por certo, saber das pessoas, o pensamento desapeado de tudo ;e as pessoas não podem desapontá-lo de todo.
Desejaria,por exemplo,dizer, em termos de discertação duas frases: - "lí ontem nos jornais do mundo que a angustia faleceu ".Ou, o luar é o confidente dos náufragos desesperados.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
PARADIGMA DA SEXTA
Distanciei-me um pouco da multidão.Senti aquela estranha sensação de estar faltando algo ao meu redor e comecei a tatear em mim mesmo, o corpo que eu estava a recordar,vivendo, naquele instante,o sentido de uma nova vida. Sem querer,me vi só e os que estavam me rodeando,haviam desaparecido como levados por um encanto.
Diz um escritor que o único amor possivel é o amor de nós mesmos;mas, eu discordo dele profundamente.Encontrei na medida que me afastei da multidão,um amor diferente,cheio daquele silêncio que é uma verdadeira música, e que a gente sente dominar um pouco, à medida que compreendemos a razão de sua existência.
Hoje, uma sexta-feira,sinto que é verdade pura o que pensei vencer em matéria de amor é sofrer;na terra, ele nasce,mas floresce no Céu.Aliás,não são olhos do amor satisfeito que fazem formosas as mulheres;mas a vista da cobiça que já não pode confiar,quando perdem tudo. Sim, naquela multidão a mais um na construção desse encontro que faço com ela, a sós,numa confissão sublime e eterna,cheia de cantares,que quebra um outro silêncio macabro.
Desafiando o eterno,eis o que imploro aos que, como eu, amam sem paradoxar seus pensamentos. O amor é um sentimento integrado do ser, no seu destino.Uma verdadeira agonia de prazeres, um dia comumque a gente encontra no domingo,ou como agora,uma sexta-feira que a gente encontra em qualquer dia tão cheio de sol.
Diz um escritor que o único amor possivel é o amor de nós mesmos;mas, eu discordo dele profundamente.Encontrei na medida que me afastei da multidão,um amor diferente,cheio daquele silêncio que é uma verdadeira música, e que a gente sente dominar um pouco, à medida que compreendemos a razão de sua existência.
Hoje, uma sexta-feira,sinto que é verdade pura o que pensei vencer em matéria de amor é sofrer;na terra, ele nasce,mas floresce no Céu.Aliás,não são olhos do amor satisfeito que fazem formosas as mulheres;mas a vista da cobiça que já não pode confiar,quando perdem tudo. Sim, naquela multidão a mais um na construção desse encontro que faço com ela, a sós,numa confissão sublime e eterna,cheia de cantares,que quebra um outro silêncio macabro.
Desafiando o eterno,eis o que imploro aos que, como eu, amam sem paradoxar seus pensamentos. O amor é um sentimento integrado do ser, no seu destino.Uma verdadeira agonia de prazeres, um dia comumque a gente encontra no domingo,ou como agora,uma sexta-feira que a gente encontra em qualquer dia tão cheio de sol.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
POEMA PARA ELA
Doce ferida que me esmaga...
Abraço a sala obscura do tempo e esvaio-me em solidão.
Risos de outrora,onde estão?
Musa,mulher,caminho encontrado na ânsia de viajar pelas noites vazias.Noites malditas que foram para mim.
Atrás de minhas costas,ruge a noite. Diante de mim, canta o dia.Entre os dois, nós.Sim, nós que nos amamos e sempre soubemos amar. Nós que escrevíamos versos apaixonados e hoje nos encontramos escrevendo crônicas em forma de poema para que o deleite das palavras seja o mais belo perfume da vida.
Doce ferida me esmaga,como se fosse um Pierrô em busca de sua Colombina.Não, nunca fui Arlequim. Sempre fui Pierrô.E, ela,Colombina dos meus dias de carnaval. Carnaval que compõe esta vida toda feita em amor. E,numa tristeza sem fim,abraço o papel e escrevo os versos mais perfeitos para ela, Trago meu cigarro e ela me envolve em seus braços. Amo-a.Verdes olhos vadios de minha musa ideal...Oh,como seriam feitos os dias de ilusão que nunca tivemos?
Canto,poesia, canto mais forte ainda, para que todos ouçam e saibam que no seio da terra,um homem vive a amar. Canto para que todos conheçam a perfeita lembrança da vida e continuem andando porta em porta,na inveja de ser. Minha voz adormece em seus braços. Suas mãos me envolvem e eu caminho pelos corredores da vida.Pierrô apaixonado.Colombina que me ama.
Aos poucos, no meio deste carnaval da vida,retiramos nossas máscaras.E, ela me encontra como sou. E eu a encontro como ela é,sempre feliz,pronta a me dizer as coisas mais simples e verdadeiras de uma vida. Amamos um ao outro.Nós nos amamos.
Doce ferida que me esmaga,arranco-a agora.Colombina chegou.Lágrimas de outrora,onde estão? Ouço apenas os risos que me acompanham e dizem-me baixinho: Colombina chegou coberta de amor!
Doce afago da mamória...como a amo.Como nos amamos...tudo em um nunca mais.
Abraço a sala obscura do tempo e esvaio-me em solidão.
Risos de outrora,onde estão?
Musa,mulher,caminho encontrado na ânsia de viajar pelas noites vazias.Noites malditas que foram para mim.
Atrás de minhas costas,ruge a noite. Diante de mim, canta o dia.Entre os dois, nós.Sim, nós que nos amamos e sempre soubemos amar. Nós que escrevíamos versos apaixonados e hoje nos encontramos escrevendo crônicas em forma de poema para que o deleite das palavras seja o mais belo perfume da vida.
Doce ferida me esmaga,como se fosse um Pierrô em busca de sua Colombina.Não, nunca fui Arlequim. Sempre fui Pierrô.E, ela,Colombina dos meus dias de carnaval. Carnaval que compõe esta vida toda feita em amor. E,numa tristeza sem fim,abraço o papel e escrevo os versos mais perfeitos para ela, Trago meu cigarro e ela me envolve em seus braços. Amo-a.Verdes olhos vadios de minha musa ideal...Oh,como seriam feitos os dias de ilusão que nunca tivemos?
Canto,poesia, canto mais forte ainda, para que todos ouçam e saibam que no seio da terra,um homem vive a amar. Canto para que todos conheçam a perfeita lembrança da vida e continuem andando porta em porta,na inveja de ser. Minha voz adormece em seus braços. Suas mãos me envolvem e eu caminho pelos corredores da vida.Pierrô apaixonado.Colombina que me ama.
Aos poucos, no meio deste carnaval da vida,retiramos nossas máscaras.E, ela me encontra como sou. E eu a encontro como ela é,sempre feliz,pronta a me dizer as coisas mais simples e verdadeiras de uma vida. Amamos um ao outro.Nós nos amamos.
Doce ferida que me esmaga,arranco-a agora.Colombina chegou.Lágrimas de outrora,onde estão? Ouço apenas os risos que me acompanham e dizem-me baixinho: Colombina chegou coberta de amor!
Doce afago da mamória...como a amo.Como nos amamos...tudo em um nunca mais.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
SÓ TU
Todas as mulheres que passaram ao meu lado me pareceram flores de trapos,bonecas para um brinquedo, todas figuravam em um tabuleiro que se moviam aos caprichos dos homens...
Só TU com a flor rara de tuas virtudes de pedras lograstes matar o meu ceticismo, acendendo com luzes uma primavera em minha rota e, arrancando espinhos de meus pés feridos nesta estrada inclemente de sol...
Só TU, me pareces ingênua e virgem como uma camponesa...
Nada mais que TU, astro iluminado na metade de meu Céu enegrecido de pesar!
TU Amanhã...
TU hoje...
TU sempre!!!!!!!!!
Só TU com a flor rara de tuas virtudes de pedras lograstes matar o meu ceticismo, acendendo com luzes uma primavera em minha rota e, arrancando espinhos de meus pés feridos nesta estrada inclemente de sol...
Só TU, me pareces ingênua e virgem como uma camponesa...
Nada mais que TU, astro iluminado na metade de meu Céu enegrecido de pesar!
TU Amanhã...
TU hoje...
TU sempre!!!!!!!!!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
O ENCONTRO
Quando a vi pela primeira vez
,havia em mim mesmo o sentimento de um homem vazio,oerdido na imensidão doi espaço.Vi-a como se estivesse a contemplar um pássaro perdido de seu ambiente,flutuando pelo espaço afora,em busca de guarida.
Quando a vi pela primeira vez, você estava vestida da mais fina púrpura ,criada pelo pintor mais famoso do mundo.E sob ela,jazia aquela alma simpática que me fez sorrir ao desconhecido.
E nós sorrimos um para o outro.Gesticulamos e os olhares se fizeram cortados, como que punhais e penetrarem numa carne vadia e malsã.
Verdadeiramente,aquele encontro nos fez ver que havia muito mais entre nós dois,do que o simples espaço.Havia o encontro casual que duas almas planejam e os dois corpos o fazem sensualmente,como se nada tivesse concorrido para tal.Havia, sobretudo, o momento idôneo de uma liberdade criada por nós mesmos,dentro de um pensamento puro.
Por que seria que não haveríamos,de por um novo sol dentro daquele mundo?Por quê?
Encontram-se as borboletas no ar,as abelhas, as flores,o próprio mar se encontra através de suas ondas com as areias virgem da praia.Nós nos encontramos. Eu,mar rude e feroz,faminto,sedento.Você, aquela branca e suave areia que ficou banhada loucamente pelas espumas cintilantes de mim mesmo. E depois, depois, foi apenas o que os pensamentos podem confessar.
Encontramos um no outro,a paixão,o amor,a verdade.Daí por diante,nunca mais nos separmos. E, daquele encontro,nasceu o amor que hoje relembro e confesso existir no sentimento dos dias,a perpetuidade daquele momento angelical
,havia em mim mesmo o sentimento de um homem vazio,oerdido na imensidão doi espaço.Vi-a como se estivesse a contemplar um pássaro perdido de seu ambiente,flutuando pelo espaço afora,em busca de guarida.
Quando a vi pela primeira vez, você estava vestida da mais fina púrpura ,criada pelo pintor mais famoso do mundo.E sob ela,jazia aquela alma simpática que me fez sorrir ao desconhecido.
E nós sorrimos um para o outro.Gesticulamos e os olhares se fizeram cortados, como que punhais e penetrarem numa carne vadia e malsã.
Verdadeiramente,aquele encontro nos fez ver que havia muito mais entre nós dois,do que o simples espaço.Havia o encontro casual que duas almas planejam e os dois corpos o fazem sensualmente,como se nada tivesse concorrido para tal.Havia, sobretudo, o momento idôneo de uma liberdade criada por nós mesmos,dentro de um pensamento puro.
Por que seria que não haveríamos,de por um novo sol dentro daquele mundo?Por quê?
Encontram-se as borboletas no ar,as abelhas, as flores,o próprio mar se encontra através de suas ondas com as areias virgem da praia.Nós nos encontramos. Eu,mar rude e feroz,faminto,sedento.Você, aquela branca e suave areia que ficou banhada loucamente pelas espumas cintilantes de mim mesmo. E depois, depois, foi apenas o que os pensamentos podem confessar.
Encontramos um no outro,a paixão,o amor,a verdade.Daí por diante,nunca mais nos separmos. E, daquele encontro,nasceu o amor que hoje relembro e confesso existir no sentimento dos dias,a perpetuidade daquele momento angelical
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ELA E O VINHO
Mesmo que bebamos no pior cálice, ainda continuamos a gostar da bebida;e assim,por analogia, vamos encontrando também os prazeres e desgostos da vida que o dia a dia nos traz,arremessando algumas vezes,uma certa orgia contra a nossa alma.Mas, no libertar dessa alma,também vive a eterna procura das coisas boas. E,foi numa das minhas eternas procuras,que te encontrei e comecei a sentir por ti o mais puro amor.
Talvez tenha sido a sensação infantil do encontro de duas pessoas;porem,senti que realmente algo muito maior e mais profundo,havia se apoderado não apenas do corpo,como também da alma que te sentiu e viu passar ante os olhos. Talvez a própria alma tenha te visto muito antes que meus olhos,E, em tí,comecei a beber o saboroso vinho que me trouxeste.
Porém, o tempo foi correndo,passando tão depressa que,confesso, nunca imaginei-o assim. E na correria do tempo, aquela taça em que eu bebia,começou a ficar enferrujada, tirando um pouco o sabor do vinho. Eu,entretanto, como sempre fui apreciador dos bons vinhos e com eles aprendi a conhecer os grandes amores,continuei tomando,na mesma taça,aquele vinho.
Talvez tenha sido apenas uma ilusão passageira;talvez tenha sido apenas um clamor interno do meu eu;mas, na verdade, eis-me aqui novamente bebendo na mesma taça,desta vez mais nova,tão nova como teus olhos que brilham nesta noite quente como tua alma. Eis-me aqui, bebendo de teu vinho,sentindo,no seu anseio, a taça mais nova, sem nunca parecer aquela que, um dia antes, havia se apresentado quase perdida,pois não havia sido mais tocada pelos lábios meus.
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Talvez tenha sido a sensação infantil do encontro de duas pessoas;porem,senti que realmente algo muito maior e mais profundo,havia se apoderado não apenas do corpo,como também da alma que te sentiu e viu passar ante os olhos. Talvez a própria alma tenha te visto muito antes que meus olhos,E, em tí,comecei a beber o saboroso vinho que me trouxeste.
Porém, o tempo foi correndo,passando tão depressa que,confesso, nunca imaginei-o assim. E na correria do tempo, aquela taça em que eu bebia,começou a ficar enferrujada, tirando um pouco o sabor do vinho. Eu,entretanto, como sempre fui apreciador dos bons vinhos e com eles aprendi a conhecer os grandes amores,continuei tomando,na mesma taça,aquele vinho.
Talvez tenha sido apenas uma ilusão passageira;talvez tenha sido apenas um clamor interno do meu eu;mas, na verdade, eis-me aqui novamente bebendo na mesma taça,desta vez mais nova,tão nova como teus olhos que brilham nesta noite quente como tua alma. Eis-me aqui, bebendo de teu vinho,sentindo,no seu anseio, a taça mais nova, sem nunca parecer aquela que, um dia antes, havia se apresentado quase perdida,pois não havia sido mais tocada pelos lábios meus.
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